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Eleições 2026 · Projeto independente

5 candidatos. 2 temas. 1 régua.

Não é o discurso do palanque. É o que cada candidato registrou no plano de governo.

Sem vínculo partidário · Sem patrocínio de campanha · Sem indicação de voto

O projeto

Do plano de governo para a linguagem de quem vai votar.

Planos de governo podem ter dezenas ou centenas de páginas, escritas em linguagem técnica e sem ordem de leitura evidente.

A série lê o documento oficial registrado, seleciona e organiza as propostas, confronta afirmações com fontes públicas e traduz o conteúdo para uma leitura possível.

Cada tema é publicado em duas profundidades: uma análise curta, para entender o essencial, e uma análise completa, proposta por proposta.

  • 3 minutos

    Vídeo

    O melhor, o pior e o principal achado da análise do documento.

  • 5 minutos

    Resumo

    Uma leitura rápida para entender os pontos centrais do tema.

  • Leitura completa

    Análise detalhada

    Propostas, notas, fontes, pontos fortes, fragilidades e justificativas.

Plano oficial — para quem quer conferir o documento original.

Como a gente analisa

A mesma régua para todos.

Cada proposta passa pelas mesmas cinco perguntas. Cada pergunta vale de 0 a 2 pontos. A soma vai de 0 a 10. A nota mede o quanto a proposta está bem explicada e estruturada no papel — não se ela é de direita, de esquerda ou se você deveria votar no candidato.

  • 010 a 2 pontos

    O plano entendeu o problema?

    O plano explica direito o que quer resolver e usa dados que dá para conferir?

    Como pontuamos

    Avalia se o problema está corretamente descrito e sustentado por evidência verificável.

    0 pontos
    Problema mal descrito ou dado central errado.
    1 ponto
    Problema real, mas sem dado verificável no plano.
    2 pontos
    Problema real com dado verificável de fonte oficial ou acadêmica.
  • 020 a 2 pontos

    O plano diz como vai fazer?

    Tem meta, prazo e ferramenta concreta ou ficou só no “vamos melhorar”?

    Como pontuamos

    Avalia se existe desenho operacional suficiente para entender a implementação.

    0 pontos
    Somente intenção.
    1 ponto
    Tem meta ou prazo, mas falta ferramenta.
    2 pontos
    Tem meta, prazo e ferramenta.
  • 030 a 2 pontos

    O plano diz quem paga?

    Se a promessa custa dinheiro, o plano diz quanto custa e de onde vem o recurso?

    Como pontuamos

    Avalia custo, fonte de recursos e tratamento de quem arca com o impacto.

    0 pontos
    Custo relevante sem origem ou impacto ignorado.
    1 ponto
    Fonte ou impacto reconhecido, mas incompleto.
    2 pontos
    Custo e origem tratados, ou custo desprezível em estrutura já existente.
  • 040 a 2 pontos

    Dá para fazer?

    A proposta pode ser executada pelo Executivo, precisa de lei nova ou exigiria mudar a Constituição?

    Como pontuamos

    Avalia o caminho legal e institucional.

    0 pontos
    Conflita com lei vigente ou depende de mudança constitucional sem caminho em curso.
    1 ponto
    Precisa de lei nova ou mudança constitucional parcialmente aprovada.
    2 pontos
    Executável por gestão, decreto ou instrumento já existente.
  • 050 a 2 pontos

    Faz diferença?

    Se der certo, muda a vida de muita gente, de um setor ou só de um grupo pequeno?

    Como pontuamos

    Avalia o alcance potencial da proposta se implementada.

    0 pontos
    Impacto de nicho.
    1 ponto
    Impacto setorial ou regional.
    2 pontos
    Impacto nacional, transversal ou sobre grande parcela da população.

Como a nota é composta

2 + 2 + 2 + 2 + 2 = 10

Nota máxima por proposta

A nota descreve o documento avaliado. Não é placar, não é comparação entre candidatos e não é indicação de voto.

Como as propostas se distribuem

  • Bem feita

    Bem desenhada

    Está bem explicada e passa pela régua sem uma falha grave de execução.

  • Mal explicada

    Mal detalhada

    A ideia pode até fazer sentido, mas o plano não explica o suficiente como ela sairia do papel.

  • Não sai do papel como está

    Inviável como está

    Do jeito que foi escrita, há uma falha grave ou falta um caminho legal, financeiro ou operacional essencial.

Alguns problemas pesam mais.

Se o plano promete um gasto relevante sem dizer de onde vem o dinheiro, contradiz outra promessa, depende de uma mudança legal incompatível com a regra atual ou traz uma meta fora da escala de referência usada pelo método, a nota fica limitada por um teto.

  • Custo relevante sem nenhuma origem de recursos

    A ausência de qualquer fonte para gasto relevante é uma falha grave de desenho financeiro.

    Nota máxima: 5,0(falha grave de viabilidade)

  • Meta acima do ritmo histórico de referência

    Aplica-se quando a meta excede o parâmetro histórico definido pela metodologia para aquele indicador.

    Nota máxima: 6,0(falha grave de viabilidade)

  • Contradição direta com outra proposta do plano

    Duas promessas incompatíveis reduzem a viabilidade do desenho apresentado.

    Nota máxima: 6,0(falha grave de viabilidade)

  • Conflito com lei vigente ou em transição

    A proposta depende de um caminho incompatível com a regra jurídica considerada.

    Nota máxima: 6,0(falha grave de viabilidade)

  • Política existente apresentada como novidade

    É um problema de diagnóstico e originalidade do desenho, mas não torna a proposta automaticamente inviável como está.

    Nota máxima: 7,0(problema de diagnóstico)

Política existente apresentada como novidade é um problema de diagnóstico: limita a nota, mas não torna a proposta automaticamente inviável como está.

O que esta nota não diz

  • se o candidato é bom ou ruim;
  • se a proposta é de direita ou de esquerda;
  • se o candidato vai cumprir;
  • se terá maioria política;
  • se sua equipe será competente;
  • em quem você deve votar.

A régua mede o documento. A decisão é sua.

Um plano bem escrito pode ser mal executado. Um plano vago pode gerar um bom governo. A metodologia não mede intenção política, competência futura, capacidade de formar maioria, choques econômicos futuros ou probabilidade de cumprimento. Ela mede o que está no papel.

Candidatos · Eleições 2026

Escolha um plano para ler.

Economia e educação, com o mesmo método para todos os candidatos.

Ordem editorial fixa, sem ordenação por nota. Análises do documento, não da pessoa.

Comparação

Ponto a ponto,
na mesma régua.

A comparação é entre documentos, não entre pessoas. A ordem editorial é fixa, sem ordenação por nota.

Como ler a comparação

Os números vêm das análises publicadas de cada plano. Os percentuais usam a base indicada junto ao resultado; os recortes podem se sobrepor. A média permanece na escala de 0 a 10.

Quando uma análise é atualizada, os dados acompanham a versão. Dado não publicado não significa zero.

Consultar a metodologia

Economia: 5 análises publicadas. Critério: Custo estimado.

Custo estimado

Propostas que informam uma estimativa de custo. A análise pode considerar economia de recursos quando esse é o recorte informado.

  • Augusto Cury

    6%

    4 de 63 propostas avaliadas

    estimam o custo em reais

    Versão 1.1 · Consultar análise

  • Ronaldo Caiado

    0%

    0 de 72 propostas avaliadas

    dizem quanto custa

    Versão 1.3 · Consultar análise

  • Renan Santos

    15%

    6 de 39 propostas avaliadas

    dizem quanto custa ou economiza

    Versão 1.3.1 · Consultar análise

  • Flávio Bolsonaro

    1%

    1 de 73 propostas avaliadas

    dizem quanto custa ou economiza

    Versão 1.3.2 · Consultar análise

  • Lula

    0%

    0 de 75 propostas avaliadas

    dizem quanto custa ou economiza

    Versão 1.3.2 · Consultar análise

Transparência

Transparência não é rodapé. É parte do método.

Você pode ver como a nota foi construída, conferir a fonte, questionar a análise e acompanhar qualquer correção.

  • Sem vínculo de campanha

    Projeto independente

    O projeto não possui vínculo com partido, campanha ou candidato e não recebe patrocínio ligado à disputa eleitoral. Não há indicação de voto.

  • Mesmas regras

    Os critérios, faixas, exigência de fonte e estrutura de análise são aplicados da mesma forma aos candidatos da série.

  • Começa no documento

    A análise parte do plano oficial usado como fonte para a série. O foco é o que está escrito no documento.

  • Crítica com fonte

    Quando a análise usa um número, aponta a fonte. Quando diz que algo já existe, aponta a lei, programa ou estrutura. Quando encontra contradição interna, identifica os trechos do próprio plano.

  • Erro corrigido em público

    Se houver erro factual, citação fora de contexto ou aplicação incorreta da metodologia, a correção deve gerar registro de versão.

  • Discordou? Conteste.

    Qualquer pessoa — inclusive a campanha do candidato — pode apontar erro factual, link quebrado, citação fora de contexto ou questionar a aplicação da metodologia.

  • O método também tem limites

    Um plano bem escrito pode ser mal executado. Um plano vago pode gerar um bom governo. A análise mede o que está no papel e não prevê o futuro.

    Ver limites do método
  • Independência editorial em detalhe

    Este é um projeto editorial independente. Não possui vínculo com partido, campanha ou candidato, não recebe patrocínio ligado à disputa e não indica voto.

    Conflito de interesse: Nenhum vínculo partidário, de campanha ou patrocínio eleitoral declarado para esta série.

Como uma correção é publicada.

Carregando histórico de correções...

Como funcionam as versões

Correção menor

v1.1 → v1.2

Ajuste que não altera substancialmente o resultado: link, texto, fonte complementar ou pequena correção factual.

Correção relevante

v1.2 → v2.0

Mudança que afeta nota, faixa, achado central ou a metodologia aplicada à análise.

Toda contestação recebida será analisada. Correções factuais serão publicadas com registro de versão. Discordâncias de nota ou interpretação podem ser registradas sem alteração da análise quando não houver erro na aplicação do método.

Sobre

Quem está por trás da análise

Retrato de Prof. Edgar Abreu

Prof. Edgar Abreu

Economista · Educador · Empreendedor

Mais de 20 anos de atuação nos mercados financeiro, de educação e de tecnologia, sempre na mesma fronteira: transformar conhecimento técnico em algo que as pessoas consigam usar.

Mestre em Economia pela FGV e graduado em Matemática pela PUCRS, com especializações em Finanças e Investment Banking e o programa executivo AI Strategy for Business Leaders, da Harvard University.

Conheça a trajetória completa

Começou no sistema financeiro, no Banrisul, em funções de gestão, análise financeira e segurança da informação, e levou essa experiência prática para a sala de aula. Foi pioneiro da educação financeira digital no Brasil: estima-se que sete em cada dez profissionais certificados do mercado financeiro brasileiro, em bancos, corretoras, assessorias e consultorias de investimento, passaram por suas aulas.

Cofundou a Casa do Concurseiro e fundou a EA Certificações, referências em educação profissional adquiridas pelo Grupo UOL, onde atuou como executivo do UOL EdTech. Participou da criação de um novo modelo de educação executiva digital e do primeiro grande modelo de OPM (Online Program Management) do país, em parceria com a PUCRS Online. Em 2021 fundou a 4U EdTech, que saiu de uma operação de quatro pessoas para mais de 100 mil alunos ativos e R$ 40 milhões de faturamento anual. Hoje é fundador e CEO da GoAble, dedicada ao desenvolvimento e à implementação de soluções de inteligência artificial aplicadas aos negócios.

Formação

  • Mestre em Economia — FGV
  • Graduado em Matemática — PUCRS
  • Especializações em Finanças e Investment Banking
  • Formação em Educação a Distância
  • AI Strategy for Business Leaders — Harvard University

Trajetória

  • Banrisul: gestão, análise financeira e segurança da informação
  • Cofundador da Casa do Concurseiro; fundador da EA Certificações (adquiridas pelo Grupo UOL)
  • Executivo do UOL EdTech
  • Cocriador do primeiro grande modelo de OPM do país, com a PUCRS Online
  • Fundador da 4U EdTech (2021)
  • Fundador e CEO da GoAble (IA aplicada aos negócios)
Não tenho partido, não recebo de campanha e não indico voto. O que ofereço é método público, fontes abertas e uma análise que pode ser contestada.